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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Foxconn no Brasil?


A Foxconn anuncia que só investirá R$ 12 bilhões no Brasil se suas exigências forem atendidas.

Segundo reportagem fornecida pela Foxconn ao Jornal Folha de São Paulo, essas exigências foram entregues ao Governo brasileiro em um documento; seguem algumas: um terreno para abrigar várias empresas, acesso WiFi de alta velocidade, prioridade de embarque dos produtos nos aeroportos brasileiros, apoio financeiro do BNDES, auxílio do governo para encontrar investidores minoritários, cabeamento 100% fibra ótica, logística e transporte para escoar a produção com agilidade.

Sobre o fato, o Governo Brasileiro mostrou-se favorável desde que a Foxconn contrata mão-de-obra nacional, capacite seus funcionários e pratique a transferência de tecnologia.

terça-feira, 12 de abril de 2011

iPad produzido no Brasil?




Aloizio Mercadante, Ministro de Ciência e Tecnologia, anunciou hoje (12) que o tablet iPad será produzido no Brasil a partir de novembro de 2011.
Essa iniciativa, fruto da parceria entre a empresa norte-americana Apple e a chinesa Foxconn, faz parte do plano de investimentos da China no Brasil. Vale ressaltar que em 2010 a China liderou o ranking de investidores no Brasil, com negócios que somaram cerca de US$ 17 bilhões.



Detentora de 03 fábricas em território nacional brasileiro – Manaus (AM), Indaiatuba (SP) e Jundiaí (SP) – a Foxconn já é considerada uma das maiores fabricantes de aparelhos eletrônicos no mundo e responsável pela produção de Sony, Dell, HP, Sony Ericsson, entre outras marcas.

Com relação à revolução dos tablets no Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior já estuda a inclusão dos tablets no Processo Produtivo Básico (PPB). De acordo com o Ministério das Comunicações, esse fato possibilitará a redução de impostos do equipamento e o barateamento do mesmo para o consumidor final. Estima-se que os tablets produzidos no Brasil terão redução de 31% nos preços em comparação com os importados, uma vez que o IPI cai de 15% para 3% e o ICMS, caso a produção seja no estado de São Paulo, reduz de 18% para 7%.